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Catarata

A catarata acomete cerca de 50% das pessoas ao redor dos 70 anos, podendo ser diagnosticada também em pacientes mais jovens, acometendo somente um ou ambos os olhos.
O cristalino, lente natural localizada no interior dos olhos que ajuda na formação das imagens com nitidez na retina, perde a transparência com a idade e leva aos sintomas visuais que incluem ofuscamento às luzes, perda de contraste das cores e diminuição de visão, o que pode ocasionar a trocas dos óculos sem melhora na qualidade da visão.

O diagnóstico é feito pelo seu médico oftalmologista e o tratamento desta doença é feito por cirurgia, sem internação, na maioria das vezes sob anestesia tópica de colírios. Nos últimos anos, grandes avanços foram obtidos com as novas técnicas para a remoção da catarata. A utilização de micro-incisão (cerca de 2,2mm) na técnica de facoemulsificação – que dissolve o cristalino – leva a uma menor inflamação ocular e recuperação pós-operatória visual mais rápida.

Após a retirada da catarata, implanta-se uma lente intra-ocular em seu lugar. Novas tecnologias dessas lentes – que entram dobradas pela pequena incisão – permitem uma melhora da visão em condições de baixa luz pelas propriedades asféricas, fornecem proteção aos raios ultravioletas – pois possuem materiais e filtros especiais – e corrigem erros de refração como miopia, astigmatismo e hipermetropia – calculados por seu médico que leva em conta as diferentes condições de cada olho e todas as suas medidas.

As lentes tóricas são usadas de forma a minimizar o astigmatismo. Outra lente de grande avanço é a multifocal, que permite um foco para longe e para perto, diminuindo assim a presbiopia ou vista cansada para óculos.

Dr. Antônio Motta
CRM 14715
Oftalmologia Geral e Cirurgia de Catarata